Petróleo
mais caro, de novo
A cada dia que passa, a guerra entre Estados Unidos
e Irã parece mais longe do fim.
O pedágio de Trump… É a novidade da semana.
O
republicano afirmou que o país americano voltará a bloquear os navios iranianos
no estreito de Hormuz e que cobrará um pedágio para liberar o tráfego. O veto
valerá a partir das 17h de hoje.
• 20%
será a taxa sobre a carga transportada, disse o presidente americano.
Em resposta, o Irã afirmou que não permitirá que os
EUA atuem na região e que deve atacar qualquer embarcação que não estiver
autorizada a circular no local.
E o resultado de tudo isso? Ontem, o petróleo
disparou quase 10% e atingiu US$ 83 (cerca de R$ 424). Esse é o maior valor
desde 15 de junho, um dia depois do (já saudoso) acordo para encerrar o
conflito.
Desde então, a cotação do óleo havia recuado e
chegou a fechar em US$ 71,57 em 1º de julho. Porém, os ataques entre os países
foram retomados em julho e os preços voltaram a subir.
↳ Como já explicamos, a guerra impacta a oferta dos
itens, pode atingir estruturas produtoras e, nesse caso, interrompe o fluxo do
estreito.
E mais: uma empresa sediada em Dubai planeja
construir um novo porto nos Emirados Árabes Unidos para reduzir a dependência
em Hormuz
FOLHA MERCADO