LONGEVIDADE


Longevidade contraditória              

Pesquisa da Universidade de Stanford mostra que idosos norte-americanos lideram entre os grupos que têm ao mesmo tempo comportamentos saudáveis e de maior risco à saúde

A saúde das pessoas é com certeza um tema central para dirigentes de entidades que se dedicam efetivamente a aposentar os participantes dos planos que administram. 

Sendo assim, interessa saber ter levantamento feito nos EUA concluído que a população norte-americana está ao mesmo tempo e contraditoriamente mais e menos saudável.  

A estranha conclusão é de um estudo do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

Cabendo lembrar que, claro, o mesmo pode estar acontecendo no Brasil.

A parcela de pessoas com hábitos saúdáveis subiu de 33% para 44% nas últimas duas décadas. 

Entram nessa conta a alimentação rica em frutas e verduras, os exercícios regulares e as noites de sono adequadas.

Ao mesmo tempo, cresceu o grupo com vários comportamentos nocivos, de 39% para 44%. 

Esse conjunto reúne sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de álcool e consumo frequente de ultraprocessados.

Os adultos acima dos 65 anos são os principais responsáveis pela disparidade. 

Entre eles, o índice dos que adotam escolhas saudáveis e evitam práticas nocivas passou de 29,7% para 36,6%.

Na outra ponta, a fatia no quadrante de alto risco, com muitos costumes prejudiciais, saltou de 15,9% para 24,8%. Ou seja, são os idosos que lideram boa parte do grupo de maior risco. 

 



INSTITUTO LONGEVIDADE
Tel: 11 5044-4774/11 5531-2118 | suporte@suporteconsult.com.br