FUNDOS DE PENSÃO


Ricardo Pena aponta em artigo as razões pelas quais as entidades fechadas não investiram no Master.​​

Para começar a entender as razões pelas quais nenhuma EFPC investiu nos papéis do Banco Master e várias das entidades do regime próprio o fizeram,  observa em artigo publicado no serviço noticioso JOTA o Diretor- Superintendente da Previc, Ricardo Pena, é preciso estar atento a uma das principais razões disso. 

É que, enquanto no caso do primeiro, a Previc adota modelo de supervisão baseada em riscos, já consagrado no setor financeiro, que vai além da supervisão baseada somente em regras e limites, dos 18 RPPS que perderam R$ 1,8 bilhão no Master é cobrado apenas seguir o regramento.  



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