Estudo mostra que atividades estruturadas de estímulo mental podem melhorar a memória,
reduzir sintomas depressivos e contribuir para um
envelhecimento mais saudável entre idosos
Pesquisa do Hospital das Clínicas da USP chega em boa hora para ajudar
na qualidade de vida dos maduros.
Um estudo inédito realizado por pesquisadores da Universidade de São
Paulo (USP) revelou que a estimulação cognitiva traz ganhos significativos para
a memória, saúde mental e qualidade de vida de pessoas idosas.
Publicado neste
ano na revista internacional International Psychogeriatrics, o artigo
científico valida a metodologia brasileira do método Supera como uma estratégia
eficaz de prevenção não farmacológica para o envelhecimento saudável.
Segundo a pesquisa, participantes que se utilizam do método chamado
Supera apresentaram redução de 60% nas queixas cognitivas, melhora aproximada
de 45% na memória ao longo de um ano, considerando funções executivas e
cognição geral, e queda de 29% nos sintomas depressivos.
CNN