A construção, evolução e próximos passos da contabilidade dos fundos de pensão, assim como os aspectos em que os procedimentos  e normas contábeis poderão ser aperfeiçoados de modo a contribuir com o fomento do sistema fechado de previdência complementar são os fundamentos da programação do VI Encont, Encontro Nacional dos Contabilistas das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. O evento, que acontecerá nos próximos dias 25 e 26 de agosto em Belo Horizonte, conta com a realização conjunta da Abrapp e da Ancep e tem como patrocinadores: GAMA, Grunitzki Auditores e Consultores, TOI, PHF Auditores  Atena Tecnologia, Mirador, JCMB e PWC.  “O VI Encont coincide com as comemorações pelos 30 anos de atividades da Associação  Nacional dos Contabilistas das EFPC – Ancep – e a programação inclui uma intensa discussão sobre a evolução registrada ao longo desse  período e os principais desafios daqui para a frente”, observa o presidente da Ancep, Roque Muniz de Andrade.


Entre os temas escolhidos para os painéis, ele destaca o da Precificação de Ativos e Passivos e Solvência dos Planos, “assunto que evidencia a recente mudança de padrões normativos para o equacionamento de déficits e passa a enfatizar, pela primeira vez, a precificação de passivos”. O debate sobre Precificação e Solvência, analisa Andrade, “deverá atingir grande repercussão junto ao público do VI Encont e a expectativa é de que sejam produzidas ideias importantes sobre o tema”. Outro painel que concentra expectativas relevantes é o que discutirá  o Plano de Gestão Administrativa.


“Nesses 30 anos de existência da Ancep e ainda antes disso, como ficou evidenciado nos 35 congressos nacionais de fundos de pensão já realizados pela Abrapp, o tema do PGA sempre foi da maior importância, até porque os órgãos governamentais que regulam o sistema de EFPC demonstraram constante preocupação com a gestão das despesas administrativas dos planos”, afirma Andrade. Atualmente, ele considera fundamental que esse debateseja relacionado às possiveis alternativas de fomento, incluindo discussões sobre maior liberdade e flexibilidade regulatória em relação ao uso de recursos dos planos para custear o seu próprio crescimento. O que traria uma importante contribuição para o aumento do número de participantes e, consequentemente, maior ganho de escala para as Entidades. “Maior liberdade, sempre com responsabilidade, seria fundamental para que os planos pudessem ganhar maior competitividade em relação ao que existe na previdência aberta”.  


Além disso, um ponto que deverá atrair forte expectativa durante o evento é o da gestão dos planos de Contribuição Definida e de Contribuição Variável. “Todos esses temas têm sido debatidos ao longo do ano, com a importante participação da Comissão Técnica Nacional de Contabilidade da Abrapp e das Comissões Técnicas Regionais, cujo trabalho tem trazido uma colaboração valiosa para melhorar a qualidade dos procedimentos contábeis do sistema”, afirma o presidente da Ancep. (Diário)




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