A Inteligência Artificial vai deixando para
trás
a fase em que
"apenas" responde a perguntas e produz conteúdo para sentar-se ao
lado de quem precisa
de uma "colega" para cumprir um plano do início ao fim.
A corrida pela inteligência artificial entrou em uma nova etapa.
Depois da popularização dos chatbots, capazes de responder perguntas, resumir
documentos e produzir conteúdo, começam a ganhar espaço os chamados agentes de
IA.
Em vez de apenas responder
solicitações, esses sistemas conseguem interagir com diferentes plataformas e
realizar ações previamente autorizadas pelo usuário.
Segundo a consultoria Gartner,
apenas 17% das empresas utilizam agentes de IA atualmente, mas mais de 60%
pretendem adotar essa tecnologia até 2028.
A Coinbase, empresa listada no
índice S&P 500 (NASDAQ: COIN), regulada nos Estados Unidos e uma das
maiores plataformas de negociação de criptoativos do mundo, está entre as
primeiras a levar a IA agêntica para um ambiente financeiro regulado.
A companhia passou a permitir a
integração de agentes de IA à conta do usuário por meio do Coinbase for Agents.
Com isso, a tecnologia chega a uma plataforma utilizada em larga escala e deixa
de ficar restrita a projetos experimentais.
Uma das mídias resume o que
está se tornando cada vez mais real: Imagine mandar uma solicitação assim para
a IA:
“Reserve uma sala de reunião pra sexta, verifique a agenda de todos os
convidados e mande o convite com a pauta do último projeto.” — e o agente da IA
faz tudo isso sozinho, sem você precisar clicar em nada.
Em resumo, esse agente de IA se
comporta como um assistente pessoal que, ao receber uma tarefa, vai atrás das
informações, toma decisões pelo caminho, executa as ações necessárias e só te
chama quando precisa de uma aprovação.
Pelo que diz a Gartner até o final
de 2026 cerca de 40% das aplicações empresariais devem incorporar algum tipo de
agente de IA — contra apenas 5% em 2025. Isso é um crescimento de 8x em um
único ano.
PREVDIGEST