BANCO MASTER


Caso Master não tem fim...

 A delação premiada de João Carlos Mansur finalmente saiu do papel.  O empresário negociava com a PGR (Procuradoria Geral da República) desde fevereiro e as conversas só foram concluídas em agosto.

Agora, o documento foi enviado para André Mendonça, relator do caso no STF, que precisa validá-lo.

Qual a relação dele com o caso? Mansur é o fundador e ex-presidente da Reag, instituição que cuidava de R$ 352 bilhões em ativos. 

Pelo menos seis fundos administrados pela empresa foram usados no esquema de fraude estruturado pelo Banco Master.

O que se sabe sobre a delação? Os fundos administrados pela Reag seriam usados para esconder o repasse de propina feito por Vorcaro a autoridades públicas, diz Mansur.

O executivo deu detalhes sobre as operações fraudulentas e como recuperar recursos que foram enviados para fora do país.

Enquanto isso, em Brasília… Em agosto, a Polícia Federal intimou Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, e Roberto Campos Neto, ex-dirigente, a prestarem depoimento.

Eles serão ouvidos como testemunhas do processo que apura o trabalho da autarquia na fiscalização do Banco Master.

As investigações envolvem dois antigos servidores: Belline Santana, ex-chefe de Supervisão Bancária, e Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor de Fiscalização. Eles teriam repassado informações privilegiadas a Vorcaro em troca de propina.

De fora do BC… André Esteves, dono do BTG Pactual, foi intimado. A instituição teria descoberto uma fraude de R$ 32 bilhões no banco de Vorcaro e comunicado ao Banco Central.

 



FOLHA MERCADO
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