SAÚDE 2



  • Brasil tem o maior mercado de tecnologia médica da AL

Interessa aos dirigentes de entidades fechadas que atuam na área saber que o mercado brasileiro de tecnologia médica movimentou no ano passado ao redor de R$ 80 bilhões.  Tal cifra coloca o Brasil em primeiro lugar na América Latina.

Os números são do Mapa do Setor de Tecnologia Médica, a ser lançado pela Abiis (Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde) na próxima quinta-feira (26). 

O estudo é inédito e reúne dados econômicos, produtivos e regulatórios sobre o setor de tecnologia médica no Brasil e em cinco países das Américas (Argentina, Canadá, Colômbia, Estados Unidos e México), oferecendo um panorama regional contextualizado, com métricas, prazos, custos, eficiência regulatória, dados de mercado e tendências internacionais.

O setor global de dispositivos médicos — que inclui desde gazes ou seringas até produtos de maior complexidade, como implantes ortopédicos, válvulas cardíacas, kits para diagnóstico, além de equipamentos e softwares com finalidade médica — deve chegar a US$ 572,31 bilhões em 2025, com projeção de US$ 886,68 bilhões até 2032, representando um crescimento de mais de 54%. 

Esse aumento é impulsionado pela transição demográfica, pela crescente prevalência de doenças crônicas, pela digitalização da saúde e pela incorporação acelerada de tecnologias como inteligência artificial, dispositivos conectados, monitoramento remoto e cirurgia robótica. 

O Brasil é o maior mercado da América Latina, seguido por México, Colômbia e Argentina.

  • Cientistas criam vacina universal em spray nasal contra Covid, gripe e pneumonia

Pesquisadores da Escola de Medicina de Stanford anunciaram um avanço na busca por uma vacina universal capaz de proteger, com uma única aplicação de spray nasal, contra múltiplas ameaças respiratórias, como Covid-19, gripe, pneumonia bacteriana e até alergias. Já deu certo com animais e em breve serão in iniciados testes em humanos.

Os animais vacinados ficaram protegidos contra o SARS-CoV-2 e outros coronavírus, além das bactérias Staphylococcus aureus e Acinetobacter baumannii, comuns em infecções hospitalares.

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Folha de S. Paulo  

 



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